Quarta-feira, 21 de Setembro de 2005

Antes acompanhado do que só


MARCA MAIS QUANDO TEM UM PARCEIRO</aux>
Nuno rende o triplo


O debate em torno da diferença de produção de Nuno Gomes quando joga sozinho ou acompanhado no ataque é antigo, mas ganhou nova actualidade com a chegada de Miccoli. Ronald Koeman apostou na dupla nos dois últimos jogos e os lucros são bem visíveis


Nuno Gomes não se cansa de o dizer e os números dão-lhe razão de forma esmagadora. O camisola 21 dos encarnados marca muito mais golos quando joga com outro avançado do que quando actua só, “emparedado” entre os centrais adversários.

Basta ver que dos 86 golos que o internacional português já assinou de águia ao peito no campeonato, 64 – o equivalente a 74,4 por cento – foram obtidos com outro avançado em campo. Ou seja, Nuno Gomes contraria em absoluto a definição clássica de que o ponta-de-lança tem de ser egoísta.

Enquanto a maioria dos dianteiros rende mais sozinho sem ter de dividir os golos com um companheiro, a produção de Nuno Gomes dispara sempre que actua com alguém próximo.

As duas primeiras épocas no Benfica são disso exemplo: 42 golos apontados com 36 deles graças ao precioso auxílio de Brian Deane e João Pinto. O agora avançado do Boavista formou uma dupla temível com Nuno Gomes, havendo já quem olhe para Miccoli como o sucessor natural do ex-”Menino de Ouro” da Luz para refazer o duo com o máximo goleador em actividade na Liga.


Duas excepções

Apesar de os números serem claros, há duas temporadas que contrariam a regra e nas quais Nuno Gomes facturou mais quando jogou só na frente de ataque. Em 2002/03, o avançado fez apenas dois golos quando alinhou em dupla – um com o malogrado Fehér e outro com Mantorras – já que Jesualdo Ferreira, primeiro, e José Antonio Camacho, depois, apostavam em Zahovic.

Em 2004/05, com Trapattoni, Nuno Gomes alinhava preferencialmente sozinho e voltou a fazer apenas dois golos em dupla, no caso com Karadas, com o Boavista.


Forte ambição logo à partida

“Quero voltar a ser aquele jogador que marcou quase 60 golos nos dois primeiros anos no Benfica”. Quem o disse foi o próprio Nuno Gomes durante o estágio de pré-temporada, na Suíça.

Entusiasmado por, finalmente, poder trabalhar sem limitações logo desde o início, o ponta-de-lança vincou a sua ambição. Para já, soma quatro golos – um ao V. Setúbal na Supertaça e três à U. Leiria – e a chegada de Miccoli alimenta a esperança de poder cumprir o desejo.

Refira-se que em 1997/98 e 98/99, Nuno Gomes contabilizou 56 golos (42 no campeonato, 7 na Taça e 7 nas provas europeias).


fonte: Record


publicado por word-up às 12:44
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1 comentário:
De Anónimo a 21 de Setembro de 2005 às 22:56
OI, se vc quizer podemos fechar uma parceria! Realmente, um bom companheiro ajuda de mais! Tchau!Gabriel
(http://www.analisedofutebol.blogger.com.br)
(mailto:analisedofutebol@yahoo.com.br)


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